Nos posts desta primeira parte da viagem à Pipa, RN, faltou falar de algumas praias, entre ela a praia do Centro. A verdade é que além de preferir praias mais naturais e vazias, procuramos lugares que – em teoria – sejam bons para as crianças.

Deixamos de fora das nossas visitas deste ano a Praia do Amor, que tem uma trilha de acesso perto da nossa pousada, mas que é point da moçada e do surf. Já a Baía dos Golfinhos é acessível por uma trilha pelas pedras quando a maré está baixa. Momento em que – com sorte – avistam-se golfinhos por lá. Mas as ondas também são fortes, e os horários de maré baixa coincidiram com os “horários de criança cansada” o que nos fez desistir de tentar ir até lá. (Creio que a trilha não seria um problema para nós.) Mesmo assim, valeria também a visita.

Arriscamos somente a Praia do Centro, com a qual brinquei chamando de ‘Guarujá da Pipa’, já que sou de São Paulo. A praia, do centro, é realmente lotada, repleta de bares com suas músicas e mesas tomando a areia. Não é a mais bonita, mas também foi divertida.

Ficamos mais para a direita, fugindo do caos, perto de umas casas (que, aliás, invadiram as areias da praia tomando-as para si, uma vergonha). Com a maré “ainda enchendo” o mar estava calmo e as crianças puderam brincar livres e soltas. Além de terem feito amizade rapidamente com várias crianças que estavam por ali.

Uma coisa nos intrigou neste instante: para onde (e como) será que vai o esgoto de todas estas casas? Mas olhando em volta não vimos canais de água corrente, portanto logo esquecemos e nos entregamos ao dia ensolarado.

Confesso: foi um doa melhores dias para as crianças. Não queriam ir embora da praia, e brincaram muito, além de terem tomado sorvete. E não é que o visual da praia, dos coqueiros, da maré enchendo, os barcos e falésias ao fundo sob céu azul fez um lindo espetáculo?

Gabi Nunes
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