O ano da minha visita a Dublin foi 2001. Já faz tempo. Mas me lembro bem da viagem. Sonhava há tempos em conhecer a famosa capital tão aclamada por Bono Vox e como estava na Europa com uma amiga, em Londres, decidimos passar um final de semana por lá. 
Depois de sofrermos para encontrar um lugar para dormir (estava tendo a final do campeonato de Rugbi, Irlanda versus França, quase um feriado nacional!). Fomos de trem de Londres até uma cidade chamada “Holyhead” (a viagem foi bem cansativa, tivemos que fazer uma “baldeação” em Birmingham de madrugada – o que só não achamos pior, porque se tratava da cidade onde surgiu o Black Sabbath). Na estação final, pegamos a balsa (Ferryboat) para atravessar o mar para Dublin. Lá na estação final, pegamos um ônibus para o nosso Bed And Breakfast, na casa de uma senhorinha muito fofa, que preparava um delicioso café da manhã com geleia caseira.
Bed And Breakfast Mrs Anne D’Alton (no ponto do trem “Sandy Cove). Bem afastado do centro, mas perto do mar (diga-se extensa faixa de areia), num bairro arborizado e com lindos parques (People’s Park, Black Rock Park e Scotman’s Bay). Achei um ótimo preço, ótima cama, e um ótimo café da manhã. O bairro também era bem bacana.
Como ficamos somente 1 final de semana por lá, fiz um City Tour naqueles ônibus de 2 andares e abertos e paramos em alguns pontos legais para visitar a cidade:
– Dublin Castle (Castelo que achei meio sem graça, porque depois de ter visitado os de Londres e Escócia, este aqui pareceu bem simples);
– Cervejaria Guiness(que não tinha visita neste dia, mas vale a pena conhecer);
– O’Connel’s Bridge.
Caminhamos pela O’Conner’s Street cheia de monumentos e belíssima arquitetura, e também visitamos o Trinity College, National Museum e National Gallery. Não guardei nada de muito especial destes lugares, mas foram passeios legais, pelo menos nós gostamos na época.
Além de irmos até um pub tomar uma Guiness como um verdadeiro irlandês, fomos passear na Temple Bar (uma rua cheia de lojinhas descoladas). A loja mais legal que achamos por lá era a The Source. Não sei se a loja ainda existe, mas a rua certamente é muito bacana, vale a visita. 

Como recordação, sugiro comprar CDs de música Celta. Me arrependi de não ter trazido alguns, pois por mais que se procure, por aqui não há tanta opção bacana e animada para me lembrar esta deliciosa viagem.