Este ano a grande aventura foi explorar o Novo Continente: a Oceania (chamado assim porque foi o último continente a ser “descoberto” pelos colonizadores europeus). Mais precisamente estive na Nova Zelândia (Aotearoa na língua dos Maoris) – na ilha norte. No mapa, como estamos acostumados a ver, parece muito distante do Brasil (depois, até, do Japão e da Austrália).

Porém, o mundo é redondo, já dizia Galileu, e felizmente podemos chegar muito mais fácil e rapidamente viajando pelo outro lado do globo. Adiante falo mais sobre o voo, mas o que acho importante dizer é que lá é muito mais perto do que estamos acostumados a imaginar e o destino é muito querido por quem já esteve lá. Vale a pena considerar para a próxima viagem.

O país foi colonizado inicialmente pelos Maoris (que têm muitas semelhanças e guarda algumas conexões com os povos da região pertencentes a outras ilhas na Polinésia e até no Havaí), mas bem depois desta colonização surgiram os europeus (ingleses, irlandeses e escoceses), que continuaram a colonização e a formação do país como hoje conhecemos.

As paisagens são lindíssimas: praias, montanhas e um clima bem gostoso. Dá para pegar um super verão na ilha norte e um super inverno na ilha sul. Isso porque a geografia premiou o país com várias ilhas, sendo as duas maiores a ilha norte (mais quente e onde fica Auckland) e a ilha Sul (mais fria e com paisagens de cair o queixo).

Se puder, aproveite para conhecer as duas ilhas. Este mapa mostra algumas cidades, as duas principais ilhas e as regiões:

 

O voo
Ao contrário do que muita gente pensa (e treinamos nosso cérebro a pensar assim por causa dos mapas), não é necessário fazer uma viagem de muitas horas (algo como 36 horas) para se chegar lá. Nem é preciso dar a volta ao mundo pela Europa, África ou Oriente Médio. Há um “atalho” muito mais agradável para se chegar à Oceania: pela América do Sul + Oceano Pacífico.

Há opções da TAM, LAN, QANTAS e – a partir de dezembro de 2015 – pela Aerolíneas Argentinas + Air New Zealand. Os preços são muito bons, as aeronaves apertadíssimas (apesar de novas), e tudo pode acontecer relativamente rápido (sao 3 a 4 horas no primeiro trecho e mais 14 horas no segundo). Mas a viagem vale a pena!

Para a Nova Zelândia as chegadas são sempre por Auckland. Foi onde estive. Mas é possível pegar outros voos regionais (ou carro em mão inglesa, ou trem) e seguir para outras cidades na ilha norte ou na ilha sul.

Como o voo é longo, de qualquer forma, a recomendação é ficar por lá pelo menos 15 dias, sendo o ideal entre 20 e 30 (e tem tanta coisa bacana para fazer que você vai ficar com gostinho de “quero mais” – acho que é por isso que o visto de turista geralmente dura 90 dias). E quem puder, vale muito a pena incluir a Austrália no roteiro.

Para quem, como eu, quer viajar com crianças, aqui está o link para um post onde dei algumas dicas para tornar a viagem mais agradável.

Em breve muitos outros posts e fotos para dar dicas e informações desta viagem maravilhosa. Tenho certeza de que não faltarão ideias para montar um roteiro delicioso para lá!

PS: E aqui está o link para o checklist de bagagem para não esquecer nada na viagem.

Veja também: Guia Completo sobre a Nova Zelândia