Hoje vou falar da cidade de Auckland, a maior e uma das mais importantes cidades da Nova Zelândia (atenção: a capital é Wellington), e fica no norte da Ilha Norte. 

Não se engane, ela é grande mesmo, e o Aeroporto é distante do centro, assim como também de muitos pontos maravilhosos que visitamos. 



Cidade praiana, com uma imensa baía como é possível ver no mapa acima, com um grande porto, docas e muitas atividades culturais para se fazer. Muitos escolhem lá como destino para seu intercâmbio – unindo o útil (fazer inglês em ótimas escolas) ao agradável (é um destino com mil opções de passeios, esportes radicais e outros nem tanto, natureza exuberante e ótimo clima).

Eu dividi Auckland em 2: o centro e o litoral norte (mas não é a divisão oficial), pois foi assim que eu visitei. Me hospedei em North Shore (litoral norte), mas fui diversas vezes para o centro de Auckland para passear.  Parece que eu “viajei” muito, mas na verdade os “bairros” lá são formados pelas praias (Takapuna, Long Bay, Browns Bay etc.) e por isso me pareceu uma viagem curta a lugares lindos – mas não saí quase de Auckland. 

Bem em frente à Auckland, está o vulcão Rangitoto que é avistado da baía de Auckland e deixa a paisagem bastante diferente do que estamos acostumados. Apesar de inativo há muito tempo, é sempre um mistério quando poderá acontecer alguma atividade. Aqui na foto está a vista do Rangitoto a partir do North Head Historic Reserve Trail, em Devonport. 


Como algumas imagens valem mais do que eu poderia escrever por aqui, farei vários posts de Auckland e suas praias e atrações. 

Onde ficar
Recomendo a hospedagem no centro de Auckland para aproveitar melhor a cidade, para poder fazer o centro todo a pé e estar bem ao lado das principais atrações da cidade. Há vários hotéis centrais e o mínimo ideal seria se hospedar por lá uns 5 dias (eu gosto da ideia de ficar mais tempo para se sentir “um local”). 

Entretanto, se procura paz e natureza, que lá tem de sobra, acho melhor se hospedar em Takapuna ou em alguma praia no norte da cidade. Eu fiquei com esta segunda opção e não me arrependo, faria tudo de novo (ainda mais no verão). 

 

Transporte
Esta parte é muito criticada pelos moradores locais, mas quem mora em São Paulo como eu não pode deixar de morrer de inveja do sistema de transporte deles. Há muitos ônibus para toda a parte, com horários definidos e geralmente seguidos à risca. Depois de duas ou três viagens você fica acostumado (e aproveita para treinar o inglês pedindo informações). Há também balsas e trens (somente para grandes viagens internas). 

É possível alugar um carro, só queria dizer que acho bastante complicado “treinar nosso cérebro” para se acostumar durantes um curto período de férias para a mão inglesa (sim, eles adotam esta mão), onde tudo funciona ao contrário do que estamos acostumados. Mesmo assim, se quiser arriscar, achei muito bem sinalizado, regras claras, limites claros e tudo muito fácil (ainda mais com ajuda de um navegador ou do app Waze). 

Em breve mais posts com dicas! Clicando nos marcadores (Auckland ou Nova Zelândia, por exemplo), você consegue encontrar vários outros posts relacionados ao mesmo tema.

Veja também: Guia Completo sobre a Nova Zelândia

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